Hello World!
12 de out. de 2025 · 3 min read
Tomar notas faz parte do meu processo de aprendizado
Sempre gostei de aprender e compartilhar o que aprendo.
Este espaço é o resultado disso: um lugar para guardar minhas anotações, reflexões e experimentos — e, quem sabe, ajudar outras pessoas no caminho.
Por quê?
Uma das coisas que sempre fiz ao aprender algo novo foi compartilhar o que descobria e anotar o que parecia importante para revisitar mais tarde.
Aos 17 anos, eu já me divertia ensinando o básico de informática. Lembro de passar horas tentando transformar assuntos aparentemente chatos — como “o que é um sistema operacional” — em algo curioso e prático.
Mais tarde, quando comecei a trabalhar com programação, percebi que precisava me manter atualizado, fazer pesquisas constantes e até propor novas ideias com frequência.
Sempre gostei de conversar e explicar conceitos, o que muitas vezes resultava em longas discussões com colegas da faculdade — e, sinceramente, eu adorava isso.
Com o tempo, percebi que queria reunir tudo o que aprendi em um só lugar.
Isso serviria não apenas como um registro pessoal, mas também como uma forma de devolver algo à comunidade — para que outras pessoas com as mesmas dúvidas ou interesses pudessem se beneficiar dessas anotações.
Como?
Esse projeto passou por várias tecnologias até encontrar algo que realmente me agradasse e fosse simples de usar.
Desde o início, eu sabia que não queria lidar com banco de dados ou servidores. A ideia era ter um blog estático, direto ao ponto. Por isso, busquei frameworks que funcionassem com SSG (Static Site Generator) e que aceitassem conteúdo em Markdown.
Experimentei ferramentas como Gatsby e Next.js, que são baseadas em ReactJS. Mas, como nunca fui muito fã do React e sempre me senti mais à vontade com VueJS, acabei migrando o projeto para o Nuxt.
Minha escolha não teve nada a ver com benchmarks ou desempenho — foi puramente pessoal.
Eu gosto do VueJS. E o Nuxt oferecia tudo o que eu precisava de forma simples e elegante.
Para começar, montei uma base simples em Nuxt que se encaixou perfeitamente na proposta do blog.
E, para hospedar, escolhi o Netlify, que se integra automaticamente com o GitHub. Assim, toda vez que faço uma alteração e envio para o repositório, o Netlify cuida do resto: gera o build e publica o site.
O que aprendi
Uma das principais lições desse processo foi a importância de começar simples — usar apenas o que é realmente necessário.
Também aprendi que não há problema algum em aproveitar recursos prontos, como templates ou projetos iniciais. Isso não tira o mérito de quem cria; pelo contrário, ajuda a focar no que realmente importa.
No fim, esse blog não é um projeto comercial nem um portfólio técnico.
É um espaço pessoal, feito com calma, para registrar o que aprendo, revisitar ideias antigas e continuar explorando novas.
Afinal, aprender é um processo vivo — cheio de tentativas, ajustes e descobertas.